quarta-feira, 21 de março de 2012

Projeto X

>>> Clique no pôster para assistir ao trailer

Que filmaço, hein. Talvez seja muito cedo pra dizer isso (#NOT), mas é claro que agora todo filme de high school party vai usar Projeto X como parâmetro. É simplesmente a festa mais épica já realizada nas telonas! E a certeira escolha em utilizar o estilo found footage deixou tudo com um ar bem realista.
Melhor eu parar de tecer elogios e começar logo a contar sobre a história do filme.
É o aniversário de 17 de Thomas Kub. E é também o aniversário de casamentos de seus pais, por isso eles vão viajar e deixar o filho sozinho.
Thomas e seus melhores amigos, J.B. e Costa, são aqueles típicos losers de high school. Então Costa decide planejar uma festa para que isso mude e chama um tal de Dax para registrar em imagens tudo o que vai acontecer naquele dia. Depois de convidar praticamente o colégio inteiro, anunciar a festa em estações de rádio, e até no Craig List, não tarda para que a festa fuja do controle e tome proporções assustadoras.
Um dos méritos do filme foi a utilização do politicamente incorreto  (e por consequência ganhou uma censura Rated-R: menores de 17 anos só podem assistir acompanhados dos pais ou de adulto responsável) - algo que eu só via utilizado para uma produção do gênero teen na série inglesa Skins. Isso se deve ao produtor do filme, Todd Phillips, realizador dos dois Se Beber, Não Case, que teve sob sua supervisão o diretor Nima Nourizadeh e os roteiristas Matt Drake e Michael Bacall.
E mais uma vez eu não me decepcionei com uma lista que eu fiz no início do ano.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Descobrindo... One Piece


A Panini relançou One Piece e lá fui eu, curioso, comprar o primeiro volume. Anteriormente era a Conrad que publicava esse mangá aqui no Brasil. Entre os anos de 2002 e 2008 foram lançados 70 volumes - que equivaliam a 35 tankōbons (encadernados) japoneses. Então a Conrad passou por uma crise financeira e foi comprada pelo grupo IBEP-Nacional. A publicação de One Piece foi interrompida e posteriormente cancelada.
No final de 2011, para a felicidade dos fãs, a Panini anunciou oficialmente que retomaria a publicação do mangá. E, numa sábia decisão editorial, escolheu agradar tanto os novos como os antigos leitores. Você vai encontrar nas bancas o volume 01 e o volume 36 (que corresponderia ao 71 e 72 da Conrad). A publicação desde o começo seguirá mensalmente enquanto bimestralmente poderemos acompanhar do ponto em que a outra editora havia deixado.


Atualmente, One Piece é o mangá mais popular do Japão, sendo também o que mais vendeu - superando até mesmo pesos pesados como Dragon Ball!
O mangá de estilo shōnen criado pelo mangaká Eiichiro Oda ainda está em andamento na terra do Sol nascente e já conta com 65 tankōbons, mais de 650 capítulos publicados na Shōnen Jump, uma adaptação bem-sucedida em anime, filmes e OVAs.
Somos introduzidos à história pelo personagem Monkey D. Luffy, um indivíduo obstinado que desde criança pretende encontrar o tesouro One Piece e se tornar o Rei dos Piratas. Para complicar ainda mais a situação ele acidentalmente ingeriu um dos lendários akuma-no-mi (fruto do diabo), o gomugomu-no-mi (fruto de borracha), e seu corpo inteiro foi transformado em borracha. Apesar de ele nunca mais conseguir nadar, Luffy aprende a lidar com a situação e desenvolve várias "técnicas de luta" além do fato de ser invulnerável a certos tipos de ataque. No primeiro volume, vemos ele deixar a pequenina vila litorânea em que ele vivia para encontrar sua tripulação (sim, algumas coisas lembram bastante  Hunter X Hunter).
O traço do desenho é limpo e simples (talvez simples demais, mas provavelmente vá melhorando no desenvolvimento do mangá, conforme o mangaká vá amadurecendo). A narrativa é bastante agradável, ágil e dinâmica, você nem percebe que de repente leu umas 200 páginas. Luffy, o personagem principal, mais ou menos que foge dos clichês do gênero e não é tão ingênuo como Gon, Naruto, Natsu, Goku... Afinal, isso é um mangá de piratas!
Deixo aqui um quote de Eiichiro Oda, que estava na parte interna da capa: "Antes de começar esta história de piratas, pesquisei muito sobre eles pra ter referência. Mas os antigos manuscritos não trazem registro daqueles piratas que povoaram meus sonhos de infância. Parece que eles andaram tão entretidos com as suas aventuras, que nem pensaram em deixar registro de seus feitos para a posteridade. Vou te contar, hein...?! Por isso eu digo que é difícil lidar com essa raça de piratas..."

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Descobrindo... Nana


Essa semana comecei a assistir um anime chamado Nana.
Na história, duas garotas com a mesma idade (20 anos) e o mesmo nome (Nana) se encontram num trem com destino a Tóquio. Elas passam a viagem inteira conversando.
Nana Komatsu, a dos cabelos castanhos-avermelhados, é uma garota incrivelmente meiga e carismática, que se apaixona muito facilmente. Ela tem um namorado que mora em Tóquio e ela meio que está indo atrás dele. Ela é uma estudante de artes e pretende conseguir passar numa faculdade de Tóquio.
Nana Oosaki, a dos cabelos negros, é uma roqueira descolada, que pretende um dia ainda viver de música. Ela era vocalista de uma banda chamada BLAST (abreviação de Black Stones) e seu ex-namorado era o baixista. Ele termina com ela para ir a Tóquio numa oportunidade de integrar uma banda de sucesso.
Depois de um atraso causado por uma nevasca, o trem finalmente chega ao seu destino e elas se separam.
Mais uma coincidência acontece quando elas vão procurar um lugar para morar e se encontram no mesmo apartamento. Por final, elas acabam decidindo morar juntas, pois o aluguel sairia pela metade.
Adaptado do mangá estilo josei da mangaká Ai Yazawa (Paradise Kiss), o anime é uma produção do estúdio Madhouse (Sakura Card Captors, Death Note, remake de Hunter X Hunter). Tanto a qualidade da animação como a do enredo são muito boas! Vale muito a pena conferir!
O anime se encerrou temporariamente com o episódio 47 devido ao fato do mangá ainda estar em andamento, sendo publicado semanalmente na revista Cookie (o mangá se encontra interrompido devido a problemas de saúde da autora). A previsão é a de que quando o mangá for finalizado o anime seja continuado.
No Brasil, quem cuida da publicação do mangá é a editora JBC. Atualmente o último volume lançado foi o #21.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Perfil: M. Night Shyamalan



Para inaugurar as postagens no blog eu resolvi escrever sobre um dos meus maiores ídolos, esse cineasta genial de 41 anos nascido na Índia e criado nos EUA. Algo que eu gosto bastante nos filmes do Shyamalan é a capacidade e a sensibilidade de tornar o irreal, real.
Manoj Nelliyattu Shyamalan – seu nome de batismo ("Night" foi um apelido que surgiu na faculdade) – nasceu em Mahé, uma cidadezinha indiana, no dia 6 de agosto de 1970. Mas foi num subúrbio luxuoso da Filadélfia que ele cresceu – e não por acaso, é essa a cidade que ele usa para filmar e/ou situar a trama da maioria dos seus filmes.
Em 1992, quando ele ainda estava estudando na NYU, “Praying with Anger”, seu primeiro filme, foi lançado. Alguns anos depois ele fez “Wide Awake”. No entanto, apenas em 1999 (mesmo ano em que estreou O Pequeno Stuart Little, cujo roteiro é de sua autoria) ele conquistou reconhecimento mundial com O Sexto Sentido que foi um enorme sucesso comercial e obteve seis indicações ao Oscar. Esse filme tem um dos finais mais chocantes da história! Na verdade, reviravoltas se tornaram uma das marcas registradas de Shyamalan, assim como as locações na cidade da Filadélfia; a cor vermelha; a água; suas participações nos próprios filmes; temas como fé e religião; personagens que em geral são indivíduos comuns apanhados em circunstâncias extraordinárias; e a colaboração do compositor James Newton Howard nas trilhas sonoras.
Desde então, ele escreveu, produziu e dirigiu filmes não menos incríveis tais quais Corpo Fechado (2000), Sinais (2002), A Vila (2004) e A Dama na Água (2006). Mas ele também é humano, por isso cometeu erros como Fim dos Tempos (2008) e O Último Mestre do Ar (2010) - a meu ver, seus filmes mais fracos e uma grande derrapada em sua carreira. Ainda em 2010, Shyamalan lançou Demônio (que ele só co-escreveu e produziu), o primeiro filme da sua produtora The Night Chronicles.
Seus próximos projetos: Reincarnate (segundo filme saindo pela The Night Chronicles - ele vai ser apenas produtor) e One Thousand A.E. After Earth (é a primeira vez em que ele dirige com base num roteiro que originalmente não foi escrito por ele. Será uma ficção científica protagonizada pelos atores Will e Jaden Smith).

“Quando fizemos O Sexto Sentido em 1999, todo filme tinha um cineasta com uma visão original - Beleza Americana, Quero Ser John Malkovich, Matrix, A Bruxa de Blair, Magnólia. Claramente isso não acontece hoje”.
M. Night Shyamalan

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Um novo começo!

Olá! Obrigado a todos que apoiaram o GuileVS (meu primeiro blog), mas chegou a hora de eu mudar um pouco as coisas e evoluir para algo mais... sério. Aos poucos irei transferir o conteúdo (revisado e melhorado) do blog antigo e todas as postagens terão maior ênfase na minha opinião sobre o que eu assisto, leio, escuto, etc... O outro blog acabou seguindo um rumo diferente do que eu planejava quando o criei, se tornando mais de divulgação (trailers, pôsteres, datas de estreia) e menos pessoal/opinativo (dá pra contar nos dedos a quantidade de resenhas que eu postei). Mas de agora em diante tudo vai mudar. E eu vou me comprometer a não ficar muito tempo sem postar. No mínimo, vai ter algo novo no blog uma vez por semana.
Até breve!
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