domingo, 12 de maio de 2013

Summer Season 2013

Já selecionei o que vou assistir na Summer Season desse ano. Muitas veteranas, uma estreante e novas temporadas de séries que comecei a acompanhar recentemente. Espero que vocês visitem o blog para conferir as resenhas que postarei semanalmente e para deixar seus próprios comentários. Até breve.


The Killing (AMC) | 3ª temporada
Domingo, 2 de Junho

Teen Wolf (MTV) | 3ª temporada
Segunda-feira, 3 de junho
 
True Blood (HBO) | 6ª temporada
Domingo, 16 de Junho

Under The Dome (CBS) | 1ª temporada
Segunda-Feira, 24 de Junho

Dexter (Showtime) | 8ª (e última) temporada
Domingo, 30 de Junho

The Newsroom (HBO) | 2ª temporada
Domingo, 14 de Julho

Suits (USA) | 3ª temporada
Terça-Feira, 16 de Julho

Breaking Bad (AMC) | 2ª parte da 5ª (e última) temporada
Domingo, 11 de Agosto

sábado, 20 de abril de 2013

Resenha: "A Morte do Demônio"

>>> Clique no pôster para assistir ao trailer.
Vi muita gente por aí reclamando do tom mais sério adotado no "remake" de Evil Dead. Provavelmente, foram as mesmas pessoas desmioladas que adoraram a piada de mau gosto que foi o terrível Army of Darkness. Acho que ser tratada com mais seriedade era justamente o que faltava para a franquia.
Na trama supervisionada pela trinca de produtores Sam Raimi (diretor e roteirista da trilogia original), Rob Tapert (o produtor da trilogia original) e Bruce Campbell (o Ash), conduzida pelo diretor uruguaio Fede Alvarez a partir do roteiro reescrito pela Diablo Cody (Juno, Jennifer's Body) com base na história co-desenvolvida por Rodo Sayagues e o próprio Alvarez, acompanhamos, novamente, cinco jovens que se reúnem numa cabana abandonada no meio do mato e, depois que palavras do Livro dos Mortos encontrado no porão do lugar são proferidas, um por um, eles são possuídos por uma entidade demoníaca.
Mia (Jane Levy) é a protagonista do filme, uma dependente química que, com a ajuda de amigos e do irmão mais velho, David (Shiloh Fernandez) busca a reabilitação na antiga cabana da família. Ela é a primeira a sucumbir ao poder do mal e, de início, os sinais de possessão acabam sendo confundidos com sintomas de abstinência pela "especialista" do grupo, a enfermeira Olivia (Jessica Lucas), ex-interesse romântico de David. A situação se agrava e Eric (Lou Taylor Pucci), que passou um bom tempo folheando o Livro dos Mortos, conclui que é aquele artefato, impossível de ser incinerado, cuja capa é feita de pele humana e escrito em sangue, o responsável por todos os horrores que aconteceram.
A nova produção recicla e faz referência a vários elementos dos filmes anteriores. Há muitas cenas que farão os fãs esboçarem um sorriso enquanto os leigos se contorcem de nervosimo na poltrona. Aliás, cenas carregadas de tensão não faltam nesse filme, juntas com coisas grotescas e muito sangue - um exemplo é a sequência de autodesmembramento (!) envolvendo uma faca elétrica (!) pela qual passa a personagem Natalie (Elizabeth Blackmore), namorada de David. E prepare-se para levar um susto a todo momento, desde a vinheta da Ghost House Pictures até os minutos finais do filme.
No geral, o saldo é positivo. Não é nenhuma obra-prima, mas é muito bom. Definitivamente, esse... melhor apropriado dizer reboot está bem acima da média do que está sendo feito dentro do gênero. Nos EUA, onde o lançamento ocorreu com duas semanas de diferença, o filme arrecadou US$ 26 milhões no primeiro final de semana, superando com folga o valor de custo, US$ 17 milhões. Bem-sucedido, mesmo com suas cenas explícitas e censura adulta, espero que o novo A Morte do Demônio venha desencadear uma nova tendência no mercado cinematográfico de terror contemporâneo.

Mais informações:
  • É o primeiro longa-metragem de Fede Alvarez. O uruguaio despontou com o curta ¡Ataque de Pánico! em 2009 e foi convidado por Sam Raimi para dirigir o novo Evil Dead.
  • A trama é ambientada no estado de Michigan, EUA, porém as gravações do filme aconteceram numa região litorânea da Nova Zelândia;
  • Durante os créditos são exibidos trechos de áudio do filme original, em que o personagem Raymond Knowby (Bob Dorian) narra sua descoberta a respeito do Livro dos Mortos;
  • A história de Mia não termina por aqui. Uma continuação já foi anunciada e está em pré-produção;
  • Por incrível que pareça, a história de Ash também não acabou. O personagem de Bruce Campbell voltará em Army of Darkness 2. Sam Raimi está escrevendo o filme e talvez dirigirá. Quem ficou até o final do créditos pode conferir uma espécie de aperitivo;
  • Existem planos para um filme (provavelmente, o sétimo da franquia) que convergirá as linhas narrativas de Mia e Ash;
  • O Livro dos Mortos (Book of the Dead) também é conhecido por Naturom Demonto e Necronomicon;
  • Estreia nos EUA: 5/4/2013. Brasil: 19/4/2013.
A franquia Evil Dead:
  • 1981 - The Evil Dead (A Morte do Demônio - Uma Noite Alucinante)
  • 1987 - Evil Dead 2 (Uma Noite Alucinante 2)
  • 1992 - Army of Darkness (Uma Noite Alucinante 3)
  • 2013 - Evil Dead (A Morte do Demônio)
  • ???? - Evil Dead 2
  • ???? - Army of Darkness 2
  • ???? - The Evil Dead 7

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Resenha: "The Loved Ones"

Cansei de filmes de terror medíocres e água com açúcar - infelizmente, o que mais tem pra assistir hoje em dia. Por isso foi tão recompensador encontrar essa pérola em meio a tanto lixo.
The Loved Ones, filme australiano de baixo orçamento lançado originalmente em 2009, é o que, no mínimo, todo filme de terror deveria ser: assustador! E, garanto, vai demorar para tirá-lo da sua mente.
Logo no início, nos deparamos com um acidente de carro envolvendo o protagonista Brent (Xavier Samuels) e seu pai. Seis meses se passam. Voltamos a encontrar Brent, agora um adolescente traumatizado, com um enorme sentimento de culpa, pois era ele quem dirigia o veículo no fatídico evento que ceifou a vida do próprio pai. Como forma de autopunicão ele resolve usar por debaixo da camiseta uma lâmina pendurada no pescoço que vai cortando-o lentamente. Ironicamente, é essa mesma lâmina que o salvará numa situação futura.
Apesar de possuir namorada, uma colega o convida para o baile do colégio que aconteceria naquela noite. Ele declina o convite, educadamente. Mas a tal garota, Lola (Robin McLeavy), não é do tipo que aceita facilmente uma rejeição; não conseguir o que quer não é uma alternativa. Para sua sorte, Lola possui um pai (John Brumpton) tão perturbado quanto ela e que faz todas as suas vontades, como sequestrar Brent. O que se segue são cenas de pura agonia e sadismo, onde fica evidente a forte influência de O Massacre da Serra Elétrica.
Interessante notar como em boa parte do filme a narrativa se divide para acompanhar três núcleos de personagens diferentes e, consequentemente, se divide em três gêneros (comédia, drama e terror), mas tudo é tão bem conduzido (ponto para o roteiro!) que o resultado é positivo e acaba tornando a experiência ainda mais dinâmica e envolvente.
Parabéns ao diretor e roteirista Sean Byrne, que soube extrair e captar atuações tão convincentes de todo o elenco e orquestrar diversas reviravoltas na construção da história. Egresso de curtas e documentários, The Loved Ones foi seu primeiro longa-metragem. Aguardo anciosamente seu próximo trabalho. Que venha outro clássico contemporâneo!

terça-feira, 7 de agosto de 2012

A centésima edição de "The Walking Dead"


Muitos SPOILERS, é claro.

A 100ª edição de “The Walking Dead”, quarta parte do arco “Something to Fear”, saiu do marasmo em que a série se encontrava e finalmente Robert Kirkman nos apresentou um vilão à altura do Governador.
É verdade que a morte de um personagem importante (Abraham) já tinha acontecido na edição #98, mas de longe não foi tão impactante quanto Negan espancando Glenn com “Lucille” (um taco de beisebol envolvido por arame farpado) até que esmigalhasse a cabeça do pai do filho que Maggie espera na barriga. Tão frio. Tão brutal. Simplesmente de tirar o fôlego. A gente conhece Glenn desde o início de TWD. Desde a época em que ele se aventurava pela cidade para buscar suprimentos para o pessoal do acampamento. Era um personagem querido pelos fãs.
E ninguém pôde fazer nada. Não diante de um bando de mais de cinquenta homens bem armados. Rick, Michonne, Carl, Maggie, Sophia e [o avulso] Heath - todos impotentes. E qualquer um deles poderia ter sido a vítima do sádico Negan, que decidiu quem iria matar num "uni-duni-tê" e o escolhido foi o Glenn.
Rick, sem uma mão, desarmado, em meio a lágrimas e muita raiva, ainda ameaça Negan: "Eu vou te matar! Não hoje, nem amanhã... Mas eu vou te matar."
No final, eles apenas ficam estáticos enquanto o bando de Negan vai embora, deixando para trás mais devastação do que uma horda de zumbis.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Projeto X

>>> Clique no pôster para assistir ao trailer

Que filmaço, hein. Talvez seja muito cedo pra dizer isso (#NOT), mas é claro que agora todo filme de high school party vai usar Projeto X como parâmetro. É simplesmente a festa mais épica já realizada nas telonas! E a certeira escolha em utilizar o estilo found footage deixou tudo com um ar bem realista.
Melhor eu parar de tecer elogios e começar logo a contar sobre a história do filme.
É o aniversário de 17 de Thomas Kub. E é também o aniversário de casamentos de seus pais, por isso eles vão viajar e deixar o filho sozinho.
Thomas e seus melhores amigos, J.B. e Costa, são aqueles típicos losers de high school. Então Costa decide planejar uma festa para que isso mude e chama um tal de Dax para registrar em imagens tudo o que vai acontecer naquele dia. Depois de convidar praticamente o colégio inteiro, anunciar a festa em estações de rádio, e até no Craig List, não tarda para que a festa fuja do controle e tome proporções assustadoras.
Um dos méritos do filme foi a utilização do politicamente incorreto  (e por consequência ganhou uma censura Rated-R: menores de 17 anos só podem assistir acompanhados dos pais ou de adulto responsável) - algo que eu só via utilizado para uma produção do gênero teen na série inglesa Skins. Isso se deve ao produtor do filme, Todd Phillips, realizador dos dois Se Beber, Não Case, que teve sob sua supervisão o diretor Nima Nourizadeh e os roteiristas Matt Drake e Michael Bacall.
E mais uma vez eu não me decepcionei com uma lista que eu fiz no início do ano.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Descobrindo... One Piece


A Panini relançou One Piece e lá fui eu, curioso, comprar o primeiro volume. Anteriormente era a Conrad que publicava esse mangá aqui no Brasil. Entre os anos de 2002 e 2008 foram lançados 70 volumes - que equivaliam a 35 tankōbons (encadernados) japoneses. Então a Conrad passou por uma crise financeira e foi comprada pelo grupo IBEP-Nacional. A publicação de One Piece foi interrompida e posteriormente cancelada.
No final de 2011, para a felicidade dos fãs, a Panini anunciou oficialmente que retomaria a publicação do mangá. E, numa sábia decisão editorial, escolheu agradar tanto os novos como os antigos leitores. Você vai encontrar nas bancas o volume 01 e o volume 36 (que corresponderia ao 71 e 72 da Conrad). A publicação desde o começo seguirá mensalmente enquanto bimestralmente poderemos acompanhar do ponto em que a outra editora havia deixado.


Atualmente, One Piece é o mangá mais popular do Japão, sendo também o que mais vendeu - superando até mesmo pesos pesados como Dragon Ball!
O mangá de estilo shōnen criado pelo mangaká Eiichiro Oda ainda está em andamento na terra do Sol nascente e já conta com 65 tankōbons, mais de 650 capítulos publicados na Shōnen Jump, uma adaptação bem-sucedida em anime, filmes e OVAs.
Somos introduzidos à história pelo personagem Monkey D. Luffy, um indivíduo obstinado que desde criança pretende encontrar o tesouro One Piece e se tornar o Rei dos Piratas. Para complicar ainda mais a situação ele acidentalmente ingeriu um dos lendários akuma-no-mi (fruto do diabo), o gomugomu-no-mi (fruto de borracha), e seu corpo inteiro foi transformado em borracha. Apesar de ele nunca mais conseguir nadar, Luffy aprende a lidar com a situação e desenvolve várias "técnicas de luta" além do fato de ser invulnerável a certos tipos de ataque. No primeiro volume, vemos ele deixar a pequenina vila litorânea em que ele vivia para encontrar sua tripulação (sim, algumas coisas lembram bastante  Hunter X Hunter).
O traço do desenho é limpo e simples (talvez simples demais, mas provavelmente vá melhorando no desenvolvimento do mangá, conforme o mangaká vá amadurecendo). A narrativa é bastante agradável, ágil e dinâmica, você nem percebe que de repente leu umas 200 páginas. Luffy, o personagem principal, mais ou menos que foge dos clichês do gênero e não é tão ingênuo como Gon, Naruto, Natsu, Goku... Afinal, isso é um mangá de piratas!
Deixo aqui um quote de Eiichiro Oda, que estava na parte interna da capa: "Antes de começar esta história de piratas, pesquisei muito sobre eles pra ter referência. Mas os antigos manuscritos não trazem registro daqueles piratas que povoaram meus sonhos de infância. Parece que eles andaram tão entretidos com as suas aventuras, que nem pensaram em deixar registro de seus feitos para a posteridade. Vou te contar, hein...?! Por isso eu digo que é difícil lidar com essa raça de piratas..."

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Descobrindo... Nana


Essa semana comecei a assistir um anime chamado Nana.
Na história, duas garotas com a mesma idade (20 anos) e o mesmo nome (Nana) se encontram num trem com destino a Tóquio. Elas passam a viagem inteira conversando.
Nana Komatsu, a dos cabelos castanhos-avermelhados, é uma garota incrivelmente meiga e carismática, que se apaixona muito facilmente. Ela tem um namorado que mora em Tóquio e ela meio que está indo atrás dele. Ela é uma estudante de artes e pretende conseguir passar numa faculdade de Tóquio.
Nana Oosaki, a dos cabelos negros, é uma roqueira descolada, que pretende um dia ainda viver de música. Ela era vocalista de uma banda chamada BLAST (abreviação de Black Stones) e seu ex-namorado era o baixista. Ele termina com ela para ir a Tóquio numa oportunidade de integrar uma banda de sucesso.
Depois de um atraso causado por uma nevasca, o trem finalmente chega ao seu destino e elas se separam.
Mais uma coincidência acontece quando elas vão procurar um lugar para morar e se encontram no mesmo apartamento. Por final, elas acabam decidindo morar juntas, pois o aluguel sairia pela metade.
Adaptado do mangá estilo josei da mangaká Ai Yazawa (Paradise Kiss), o anime é uma produção do estúdio Madhouse (Sakura Card Captors, Death Note, remake de Hunter X Hunter). Tanto a qualidade da animação como a do enredo são muito boas! Vale muito a pena conferir!
O anime se encerrou temporariamente com o episódio 47 devido ao fato do mangá ainda estar em andamento, sendo publicado semanalmente na revista Cookie (o mangá se encontra interrompido devido a problemas de saúde da autora). A previsão é a de que quando o mangá for finalizado o anime seja continuado.
No Brasil, quem cuida da publicação do mangá é a editora JBC. Atualmente o último volume lançado foi o #21.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Perfil: M. Night Shyamalan



Para inaugurar as postagens no blog eu resolvi escrever sobre um dos meus maiores ídolos, esse cineasta genial de 41 anos nascido na Índia e criado nos EUA. Algo que eu gosto bastante nos filmes do Shyamalan é a capacidade e a sensibilidade de tornar o irreal, real.
Manoj Nelliyattu Shyamalan – seu nome de batismo ("Night" foi um apelido que surgiu na faculdade) – nasceu em Mahé, uma cidadezinha indiana, no dia 6 de agosto de 1970. Mas foi num subúrbio luxuoso da Filadélfia que ele cresceu – e não por acaso, é essa a cidade que ele usa para filmar e/ou situar a trama da maioria dos seus filmes.
Em 1992, quando ele ainda estava estudando na NYU, “Praying with Anger”, seu primeiro filme, foi lançado. Alguns anos depois ele fez “Wide Awake”. No entanto, apenas em 1999 (mesmo ano em que estreou O Pequeno Stuart Little, cujo roteiro é de sua autoria) ele conquistou reconhecimento mundial com O Sexto Sentido que foi um enorme sucesso comercial e obteve seis indicações ao Oscar. Esse filme tem um dos finais mais chocantes da história! Na verdade, reviravoltas se tornaram uma das marcas registradas de Shyamalan, assim como as locações na cidade da Filadélfia; a cor vermelha; a água; suas participações nos próprios filmes; temas como fé e religião; personagens que em geral são indivíduos comuns apanhados em circunstâncias extraordinárias; e a colaboração do compositor James Newton Howard nas trilhas sonoras.
Desde então, ele escreveu, produziu e dirigiu filmes não menos incríveis tais quais Corpo Fechado (2000), Sinais (2002), A Vila (2004) e A Dama na Água (2006). Mas ele também é humano, por isso cometeu erros como Fim dos Tempos (2008) e O Último Mestre do Ar (2010) - a meu ver, seus filmes mais fracos e uma grande derrapada em sua carreira. Ainda em 2010, Shyamalan lançou Demônio (que ele só co-escreveu e produziu), o primeiro filme da sua produtora The Night Chronicles.
Seus próximos projetos: Reincarnate (segundo filme saindo pela The Night Chronicles - ele vai ser apenas produtor) e One Thousand A.E. After Earth (é a primeira vez em que ele dirige com base num roteiro que originalmente não foi escrito por ele. Será uma ficção científica protagonizada pelos atores Will e Jaden Smith).

“Quando fizemos O Sexto Sentido em 1999, todo filme tinha um cineasta com uma visão original - Beleza Americana, Quero Ser John Malkovich, Matrix, A Bruxa de Blair, Magnólia. Claramente isso não acontece hoje”.
M. Night Shyamalan

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Um novo começo!

Olá! Obrigado a todos que apoiaram o GuileVS (meu primeiro blog), mas chegou a hora de eu mudar um pouco as coisas e evoluir para algo mais... sério. Aos poucos irei transferir o conteúdo (revisado e melhorado) do blog antigo e todas as postagens terão maior ênfase na minha opinião sobre o que eu assisto, leio, escuto, etc... O outro blog acabou seguindo um rumo diferente do que eu planejava quando o criei, se tornando mais de divulgação (trailers, pôsteres, datas de estreia) e menos pessoal/opinativo (dá pra contar nos dedos a quantidade de resenhas que eu postei). Mas de agora em diante tudo vai mudar. E eu vou me comprometer a não ficar muito tempo sem postar. No mínimo, vai ter algo novo no blog uma vez por semana.
Até breve!
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